- Quando queremos utilizar uma carta com o objectivo de identificar, localizar ou referenciar um ou vários pontos, devemos começar por orientar a carta.
A carta está orientada quando as suas meridianas estão paralelas à direcção do Norte cartográfico e TODAS as direcções da carta são paralelas ás suas correspondentes no terreno, ou seja, estamos orientados quando conhecemos/reconhecemos a nossa posição no terreno.
- A forma mais rápida e precisa de orientar uma carta é através do uso de uma bússola. Colocamos a carta aberta numa superfície plana, colocando a bússola aberta sobre a carta, com a tampa para a parte superior, com agulha magnética sobre a linha do Norte magnético (traçada ou imaginária).
Roda-se a carta sem deslocar a bússola até a agulha (ver imagem) indicar a mesma direcção e o valor do ângulo.
- Podemos orientar a carta sem bússola, identificando pormenores do terreno e na carta, de preferência pormenores de grandes dimensões lineares, como: estradas, caminhos de ferro, sebes, linhas de alta tensão,...
A este método chama-se "associação carta-terreno".
A carta está orientada quando as suas meridianas estão paralelas à direcção do Norte cartográfico e TODAS as direcções da carta são paralelas ás suas correspondentes no terreno, ou seja, estamos orientados quando conhecemos/reconhecemos a nossa posição no terreno.
- A forma mais rápida e precisa de orientar uma carta é através do uso de uma bússola. Colocamos a carta aberta numa superfície plana, colocando a bússola aberta sobre a carta, com a tampa para a parte superior, com agulha magnética sobre a linha do Norte magnético (traçada ou imaginária).
Roda-se a carta sem deslocar a bússola até a agulha (ver imagem) indicar a mesma direcção e o valor do ângulo.
- Podemos orientar a carta sem bússola, identificando pormenores do terreno e na carta, de preferência pormenores de grandes dimensões lineares, como: estradas, caminhos de ferro, sebes, linhas de alta tensão,...
A este método chama-se "associação carta-terreno".